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quarta-feira - 08 julho 2026
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Dilma trata da prisão de Lula no terceiro ato do documentário

Filme trata da perseguição ao líder petista, detido injustamente e sem provas, impedido de disputar a Presidência justamente quando liderava as pesquisas. A esperança do país agora é a eleição de Haddad

Candidata ao Senado pelo PT de Minas Gerais e líder nas pesquisas de intenção de voto para as eleições de 7 de outubro, a presidenta Dilma Rousseff lança nesta terça-feira, 25 de setembro, o terceiro ato do documentário “A História do Golpe”. O filme aborda a perseguição judicial e midiática movida contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso injustamente e condenado sem provas, impedido de participar da disputa presidencial de 2018.

O filme mostra como a democracia brasileira segue ameaçada de ser destruída pela ação conjunta do PSDB, setores do PMDB, segmentos da velha mídia e do Judiciário, além da elite financeira. Uma das características do Golpe de 2016 é a manipulação das leis.

As medidas de exceção antes mesmo do impeachment passaram a ser focadas e dirigidas, destinando-se a alvos específicos: Lula, Dilma e o PT. Os dois ex-presidentes da República e a legenda foram escolhidos como inimigos sobre os quais se aplica o lawfare, que é o uso das leis e dos processos formais como arma de destruição política.

Apesar da injusta prisão de Lula, o caminho do desenvolvimento econômico e social e a expectativa de dias melhores para o Brasil estão representados na candidatura de Fernando Haddad à Presidência. Ex-prefeito de São Paulo, Haddad vem subindo nas pesquisas eleitorais e desponta como a esperança de que o Brasil retome a normalidade institucional e democrática.

O documentário “A História do Golpe” é divido em três atos: o primeiro aborda o impeachment fraudulento de Dilma, o segundo trata dos retrocessos impostos pelo governo ilegítimo de Michel Temer e o terceiro, a perseguição a Lula, cujos direitos foram violados, como definiu a Comissão de Direitos Humanos da ONU. O filme e seus três atos estão disponíveis no site e nas redes sociais de Dilma, e têm versões legendadas em inglês e espanhol.

Foi no julgamento sem provas e no expurgo da candidatura de Lula que ficou cada vez mais evidente aos olhos do mundo e da comunidade internacional a suspensão da normalidade institucional no Brasil. Na verdade, o Golpe de 2016 elegeu inimigos. A exceção jurídica e política que ocorre no Brasil está sendo feita sob medida para Lula, Dilma e o PT.

Link da matéria: http://dilma.com.br/dilma-trata-da-prisao-de-lula-no-terceiro-ato-do-documentario/

Autor: Da redação com Ascom/Foto: Ascom