Nesta sexta-feira (10/04), no Centro de Treinamento da Confederação Brasileira de Karate – CBK, a Rede Brasileira dos Povos Ciganos-RBPC, através do presidente cigano Rogerio Ribeiro e da vice-presidente, Sinti Shoraya Guerra, participaram de roda de conversa para a sensibilização dos profissionais da saúde mental de Caucaia.
Para o cigano Rogério Ribeiro, é importante que profissionais da saúde mental conheça a portaria 4.384/2028 que trata da saúde dos povos ciganos ‘Entenda que cada segmento e as Povos e Comunidades Tradicionais-PCTs, de acordo com o decreto 6040/2007, precisam de atendimento humanizado e respeitoso” destaca.

Para Shoraya Guerra, muito importante as rodas de conversas “São momentos de escuta ativa e acolhimento, onde participamos e compartilhamos emoções e angústias sem julgamentos” disse.
Fundamental
A sensibilização dos profissionais de saúde quanto à assistência aos Povos ciganos, indígenas, quilombolas, marisqueiros, povos de terreiro, pescador e (PCTs) e outros grupos tradicionais é fundamental para garantir a equidade, universalidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Ações focadas nesses profissionais visam superar barreiras de acesso, respeitar a diversidade cultural e qualificar a atenção de saúde.

Racismo
Além do racismo institucional, também algumas Situações de preconceitos e práticas discriminatórias vivenciadas pelos povos ciganos na sociedade, ciganofobia, essa forma de estigma perpetua estereótipos, desumanização e violência, sendo considerada uma das expressões mais graves de racismo estrutural e xenofobia, resultando em exclusão social.
Iniciativa
A iniciativa dessas rodas de conversas com os PCTs e Povos originários, da Supervisora clínico-institucional do CAPS Geral de Caucaia, pela Fiocruz Fabiola Ximenes. O cenário atual e indica medidas de resistência aos ataques e retrocessos impostos à saúde pública e seus trabalhadores.

Presença
Dos representantes da secretaria de saúde de Caucaia, Marta Maria e Georgevania de Melo, do Coordenador Geral dos CAPS de Caucaia: Filype Alyson, CAPS AD (Álcool e Drogas):Ana Cristina e CAPS Geral/II: Karina de Almeida e profissionais da saúde e profissionais de saúde mental do município.
Valorização
A valorização dos profissionais de saúde mental envolve garantir condições dignas de trabalho, suporte emocional e reconhecimento, essenciais para mitigar a alta prevalência de transtornos mentais, como ansiedade e burnout. Ações práticas incluem políticas de bem-estar, remuneração justa, jornadas equilibradas e apoio psicológico contínua.
Autor: Ascom/RBPC











