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quarta-feira - 08 julho 2026
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Associações Ciganas do Brasil, buscam inclusão, políticas públicas, para os Ciganos do Estado de Pernambuco

Como um dos pilares na luta pelos direitos e promoção da cultura cigana, a Associação Nacional das Etnias Ciganas- ANEC, proponente do Estatuto dos Povos Ciganos em sua trajetória, visa promover os direitos e deveres, o presidente Wanderlei Rocha, hoje vem fortalecer esse momento, representando uma união genuína e estratégica em prol dos Povos Ciganos do estado de Pernambuco.

Assim como as entidades que compõem: União Cigana do Brasil (UCB), presidente Marcelo Vacite, Confederação Brasileira Cigana, presidente Rogerio Nicolau, Vice-presidente Leonardo Costa Kwiek, Secretária Executiva Nacional da CBC Nardi Casanova, Associação Nacional das Etnias Ciganas (ANEC), presidente Wanderlei Rocha, Rede Brasileira dos Povos Ciganos (RBPC), Presidente Rogério Ribeiro e Associação dos Ciganos de Pernambuco (ACIPE), presidente Enildo Soares.

 

Essas instituições trabalham em conjunto, comprometidas com cinco linhas de ação fundamentais: Promoção Social e Cultural: Trabalham para eliminar todas as formas de discriminação e preconceito, que posicionam a comunidade cigana em uma situação de inferioridade ou dependência em relação à sociedade majoritária.

Apoio às Associações Ciganas: Buscam oferecer suporte para que as associações possam firmar parcerias e acordos com entidades públicas e privadas, contribuindo para o desenvolvimento de atividades em benefício da comunidade cigana. Preservação e Divulgação Cultural: Envolvem-se no estudo, promoção e preservação da cultura, da história, da língua e dos costumes ciganos, garantindo que esses elementos sejam respeitados e perpetuados. Fomento de Relações Internacionais:

Estabelecem conexões globais com associações ciganas de outros países, promovendo a troca de experiências e a realização de projetos colaborativos. 5. Combate ao Racismo e à Marginalização: Assumem um compromisso militante contra o preconceito, promovendo a inclusão social e os direitos dos ciganos, alinhados aos princípios de justiça, pluralismo e liberdade.

Um ponto fundamental na atuação do G5 é a defesa do Estatuto dos Povos Ciganos, que serve como guia para garantir os direitos e a dignidade das comunidades ciganas.

Além disso, o G5 reforça que o dialeto chib, pertencente única e exclusivamente aos ciganos da etnia Calon do Brasil, é um dos maiores tesouros culturais e identitários do povo cigano.

Em momento algum, o G5 compactuará com qualquer desvio desse patrimônio para pessoas que não sejam da etnia Calon, preservando, assim, sua integridade e autenticidade cultural.

Essa nova formação, consolidada pela união entre as entidades mencionadas, marca um momento de fortalecimento para o movimento cigano em Pernambuco, solidificando alianças e consolidando esforços para enfrentar os desafios contemporâneos e avançar em conquistas históricas para os Povos Ciganos.

Autor/imagem: Todas as Instituições.