Quando a calçada está obstruída e as faixas de pedestres, os transeuntes acabam tendo que se locomover pela rua e passa a correr risco de vida, uma vez que se vê obrigado a dividir o espaço com os carros.
Estacionar em cima da faixa de pedestres. Infelizmente, a conduta inadequada é recorrente e põe em risco a segurança de quem circula a pé pelas ruas de Caucaia.

Os camelos e ambulantes estão tomando conta de varias ruas e calcadas do centro de Caucaia, um dos exemplos é na Avenida Edson da Mota Correia, na frente da CEF, na Rua Jerônimo Amaral e rua Coronel Correia, um dos pontos critico é uma faixa de pedestre que dar acesso ao mercado municipal Juaci Sampaio Pontes, os transeuntes não conseguem concluir o trajeto porque camelos e motocicletas tomaram conta da faixa de pedestre.

Absurdo
Nos últimos anos vendedores ambulantes, comerciantes estabelecidos e até residências ocupam as calçadas indiscriminadamente, dificultando a passagem até de pessoas sem limitações e muito mais das pessoas com deficiência, obesos e idosos.
As calçadas, que deveriam ser reservadas para ir e vir dos pedestres perde a principal finalidade a cada dia. Em várias situações, o cidadão vê-se obrigado a transitar pela área reservada aos veículos, por conta do espaço ocupado.
Povo na bronca

O autônomo Manoel Ferreira, 23 anos “Atrapalha bastante, porque agente tem que desvia das motos e dos ambulantes” disse Ferreira.
A estudante Carla Gomes da Silva, 18 anos, foi taxativa “Um absurdo e falta de respeito com nós pedestres” desabafou.
O aposentando Jorge Honório, 69 anos, “Uma anarquia, falta de fiscalização e de respeito com as pessoas” destacou.
Ambulantes abandonados
Os problemas com os ambulantes de Caucaia se arrasta por muitos anos, devido à falta de local apropriado (conclusão das obras dos mercados das Malvinas e da Jurema) os ambulantes estão nas ruas sem qualquer infraestrutura para trabalhar e a mercê da bandidagem.
Retomada das obras

O prefeito de Caucaia Naumi Amorim (PMB) não mede esforços para libera a obra dos mercados das Malvinas e da Jurema, inclusive já esteve com o governador Camilo Santana (PT) e sua equipe para viabilizar a liberação de recursos para a retomada das obras.
O impasse existia porque a gestão municipal anterior recebeu dinheiro do Governo do Estado para o projeto e não prestaram contas de forma adequada o modo como aplicou o recurso. Por isso, o repasse foi interrompido. As obras estão paradas há cerca de dois anos.
Mercado das Malvinas

O Mercado das Malvinas está instalado num terreno de mais de 16 mil metros quadrados. O equipamento terá 928 boxes para permissionários e estacionamento com 290 vagas. Quando estiver pronto, será um importante espaço de fomento à economia local.
Mercado da Jurema

A gestão está licitando a obra. O equipamento começou a ser construído na administração municipal passada, mas nunca foi concluído. Assim, o espaço sequer chegou a abrir as portas para beneficiar a economia local, permissionários e moradores do entorno.
Autor/Fotos: Rogério Ribeiro











