Soldado Noelio vai à Brasília para defender pautas dos profissionais de segurança

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O deputado estadual Soldado Noelio (PROS), viajou para Brasília na manhã de hoje (12/03), juntamente com o Vereador de Fortaleza Sargento Reginauro (PR), e integrantes da APS – Associação dos Profissionais de Segurança, para debater e apresentar pautas dos profissionais de segurança pública.

Pela manhã, o parlamentar se encontrou com o deputado federal Capitão Wagner (PROS), e junto com Sargento Reginauro, apresentou uma proposta de mudança na legislação, prevendo que agentes socioeducadores e guardas municipais possam ter o porte de armas nacional. Atualmente nenhuma das duas categorias tem o direito ao armamento. “Entendemos que estas são profissões de risco, que atendem a área de segurança, e a ideia é mudar a legislação, para que tanto o guarda municipal, quanto o agente socioeducador possam ter o porte de arma. Caso o Estado ou município não conceda o curso, o próprio profissional poderá fazer o curso em instituições credenciadas”, disse o deputado.


Soldado Noelio afirmou que a intenção da mudança é fortalecer, ainda mais, o setor de segurança pública: “no caso dos agentes socioeducadores, eles vão poder proteger os menores de possíveis retaliações, invasões e tentativas de assassinato. Já os guardas municipais muitas vezes são colocados nas ruas sem coletes. Essa mudança dá mais aparato a esses profissionais que arriscam a vida para proteger a população,” salientou.

Durante a ida à Brasília, o parlamentar também participou da 1º Simposio do Gabinete Integrado dos Profissionais de Segurança Pública e do Ministério Público, que teve como tema central: Reforma da Previdência – A reforma que defendemos.

O Simpósio buscou discutir os pontos da reforma da previdência que atingem os militares.

“A reforma da previdência é necessária, mas não do jeito que está. Os policiais e bombeiros militares já são restritos de uma série de direitos, direitos estes que o trabalhador comum possui. A Reforma precisa ser justa, não pode recair sobre os mais pobres e muito menos nas profissões que têm suas particularidades”, concluiu o deputado.

Autor: Da redação com Ascom/Fotos: Ascom