Operação contra grilagem

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Uma força-tarefa do Ministério Público e da Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta terça-feira cinco suspeitos de integrar uma milícia que age em grilagem de terras.

A mãe de um dos denunciados nesta operação trabalhou no gabinete de Flávio Bolsonaro quando ele era deputado estadual.

Raimunda Veras Magalhães, mãe do ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega – que ainda é procurado -, aparece em relatório do Coaf como uma das remetentes de depósitos para Fabrício Queiroz, ex-motorista de Flávio.

Segundo relatório do Coaf, Raimunda depositou R$ 4,6 mil na conta de Fabrício Queiroz. Ela aparece na folha da Alerj com salário líquido de R$ 5.124,62.

Em nota, o senador eleito afirma que Raimunda Magalhães foi indicação de Fabrício Queiroz e que ele não pode ser responsabilizado por fatos até então desconhecido.

Outros temas

Saiba outros temas abordados por Mourão na entrevista desta terça-feira:

Bolsonaro em Davos: “Vocês têm que lembrar que os nossos objetivos são que todo o brasileiro tenha escola, tenha acesso à saúde, ande na rua com segurança e tenha emprego e renda”.

Acordo de Paris: “Alguns ruídos acontecem, mas a gente não pode fugir dessa questão ambiental, a questão do clima, e o presidente tem plena consciência disso aí e ele deixou claro no discurso dele”.

Autor: Da redação com  Guilherme Mazui e Luiz Felipe Barbiéri, G1 — Brasília/Foto: divulgação